quinta-feira, 11 de outubro de 2007
O Religiosismo que mutila o Evangelho - Parte I
Quando veio Jesus e começou a "quebrar a lei" – na verdade, deu o seu verdadeiro sentido - tocando em leprosos, em mortos, comendo com pecadores, recebendo adoração de mulheres prostitutas, perdoando pecado, dispensado graça, trabalhando no sábado, e conversando com uma mulher samaritana - para consternação dos discípulos, que sabiam que "os judeus não se relacionavam com os samaritanos". Inclusive, essa mulher, rejeitada pelos judeus por causa da sua raça, rejeitada pelos vizinhos por causa dos seus muitos casamentos, veio a ser a primeira missionária designada por Jesus e a primeira pessoa a quem ele francamente revelou a sua identidade como Messias. A aproximação de Jesus com as pessoas impuras consternava os seus compatriotas... Tenho pensado como ainda temos relutância em nos aproximar de um não-crente, só porque não pensa como nós, ou não age como nós. Ora, isso é "religiosismo" (Filosofia religiosa carnal e diabólica). Uma falácia da verdadeira religiosidade.
Na verdade, o Evangelho nos diz que todos nós somos esquisitos, mas Deus nos ama assim mesmo – quem quiser vir participar do Reino que venha. Ou seja, como dizemos aqui na igreja: "nós somos pior do que imaginamos, porém a graça de Deus é muito maior do que possamos imaginar".
Pr. Waldemir Lopes
Crime e Castigo
O personagem principal, Rashkólnikov, é um homem angustiado pela sombra de se tornar alguém melhor. O personagem mata uma agiota e a sua irmã. O livro também relata o seu envolvimento com uma prostituta e a grande influência dela, que compartilha algumas leituras da Bíblia. Por fim, Rashkólnikov acaba preso e é levado por 8 anos para uma cadeia na Sibéria. Porém, ao contrário do que se possa pensar, o “castigo” a Rashkólnikov não é a cadeia siberiana, mas a sua redenção e regeneração como indivíduo nos braços de uma prostituta pela Palavra do Evangelho. A graça do Evangelho foi o "castigo" para aquela alma rebelde, desumana, angustiada, e má.
Regeneração não é uma mudança de mente ou propósito feita a base de duros exercícios espirituais perpetrados pelo próprio pecador. Não é conseguida mediante uma forte determinação. Os homens espiritualmente mortos não podem ter nenhum desejo pelas coisas de Deus. Regenerar é obra do Espírito. É um fazer viver para Deus, ou ser despertado da morte espiritual para a nova vida espiritual. É, portanto, uma criação de um novo coração ou de uma nova vida interior, feita unicamente por Deus. Aqueles que nasceram espiritualmente fazem parte do Reino e da família de Deus, unidos misticamente por Cristo.
Escrevo essas linhas, com uma profunda comoção na alma, depois de me inteirar da morte de uma de nossas irmãs, a dentista e membro da nossa primeira Igreja Presbiteriana, Rafaela Arcoverde; brutalmente e covardemente assassinada pelas costas por um indivíduo... talvez... um “Rashkólnikov da vida”. Que Deus tenha piedade desse “Rashkólnikov” e faça-o participar dessa maravilhosa benção da regeneração. Lembrando sempre as palavras de John Newton que "O cristianismo não é um sistema de doutrina, mas um formador de novas criaturas".
Pr. Waldemir Lopes
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
O fantasma de Ario visita a Igreja Batista da Capunga
Quem me conhece sabe que sou um individuo mente aberta. Inclusive existem conservadores dentro da minha própria corrente teológica (reformada) que me vêem como liberal. Eu os entendo. Talvez seja porque gosto de rock, ou quem sabe porque tenho uma tatuagem com um texto de Lutero no meu ombro direito. Pode até ser que seja porque já me viram tomar um copo de cerveja ou uma taça de vinho com amigos em algum lugar. Muitos sabem também que sou simpatizante do ministério de diaconia feminino e que apesar de ser um cessacionista, convivo muito bem com os pentecostais. Aprendi com a Confissão de Fé de Westminster que a Bíblia não é igualmente clara em todos os assuntos não essenciais para a salvação e por isso, creio que haja liberdade para opiniões divergentes nessas questões. Recebi também como legado da reforma protestante o principio que a liberdade de consciência cativa as escrituras jamais deve ser violada. Experimentei também ao conhecer o Evangelho de forma profunda que a graça nivela a todos. Discípulos de Jesus são um bando de pecadores de meia tigela que carecem de graça e nenhum deles, digo novamente, nenhum; detém o conhecimento perfeito e exaustivo à respeito de Deus e de sua obra revelada. Quem revela não é falho mas, quem interpreta a revelação sim. É falho, e muito falho. Quero dizer até aqui que sou tolerante com pensamentos divergentes ao meu.
A única coisa que como ministro da palavra não posso admitir é indiferença da minha parte quando a Igreja do Senhor Jesus está sob ataque daqueles que se vestem como ovelhas para destruir convicções dos recém-nascidos na fé. Sei que ovelhinhas recém nascidas por indefesas que são, vez por outra são abaladas por ventos de falsas doutrinas. À essas, como o exemplo da Igreja na Galácia, Paulo tem muita cautela para desconstruir o erro e não as pessoas enganadas. Sabe que são frágeis e na maioria das vezes sinceros por isso, tem cuidado para não jogar fora o bebê com a água suja. Todavia, com falsos mestres a história é outra. Esses que possuem consciência do erro e demonstram experiência na arena da religião, Jesus e os seus apóstolos no Novo Testamento os chama de Raposas, Cachorros, Lobos e até de Anti-cristos! Os pais da Igreja que chegaram logo após a era apostólica fizeram o mesmo. Atanásio combateu Ario, Tertulliano combateu Praxeas, Agostinho combateu Pelagios e Calvino combateu Miguel de Cervetus. Em todos os casos, tanto no novo testamento como na era patrística, heresias à respeito da natureza de Cristo e da constituição Trinitariana não eram toleradas. Admito que os nossos pais na fé e os nossos amados irmãos reformadores chegaram até a usar de métodos violentos para caçar tais hereges. Não concordo com essa metodologia. Concordo como os Apóstolos abordaram essas heresias. Escreviam e publicamente pregavam expondo os impostores, e com o auxilio do Espírito presente na igreja, os dejetos eram evacuados do corpo (1 João 2.19).
Quis armar o cenário para fazer um denuncia. Faço isso no mesmo espírito dos Apóstolos. Não quero soar como detentor de toda verdade nem como moralmente superior a ninguém. Muito pelo contrario, venho em estado de submissão ao oficio que me foi confiado pelo Senhor Jesus Cristo.
Aqui no Recife, numa das mais estimadas e tradicionais igrejas da cidade – A Igreja Batista da Capunga, em sua maior sala de escola dominical, o fantasma do Presbítero Ario voltou a assombrar. À frente da turma com dezenas de novos convertidos o tal mestre refuta os fundamentos Trinitarianos infectando assim pequeninos na fé com o vírus da cristologia ariana, causando nos inocentes uma patologia teológica que os derruba no leito da incredulidade. Impossibilitando-os de experimentar o verdadeiro evangelho do verdadeiro Cristo. O principio central da epistemologia de Ario (256-336) que derivou de Luciano era: “O que não cabe na mente humana não pode ser aceito como verdade”. Para Arius e para o professor da Capunga, o mistério da Perichoresis é irracional. A Perichoresis, termo este criado por Gregório, para explicar a inabilidade da mente humana de compreender a complexidade das relações na Trindade. Ou seja, O Pai é Deus, O Filho é Deus e o Espírito é Deus. Todos são um mas, cada um é uma pessoa distinta com poderes iguais e sem principio nem fim. O Pai é Pai e o Filho é Filho eternamente gerado do Pai. Admito que é incompreensível e por esta razão nunca poderia ter saído da mente de um ser criado. De acordo com Ario, Jesus é deus e o Pai é Deus. Em miúdos, O Filho é um Deus inferior ao Pai por ter sido criado como nós e como os anjos. Se guardassem essas idéias para si mesmos seria ruim mas, não pior do que esta acontecendo. O que me preocupa é que a fabrica ariana instalada nas salas da Capunga começa a produzir em série. Ensino numa instituição teológica onde pelo menos três já apareceram. Inclusive o filho do dito cujo (professor da Capunga), que até sugeriu minha demissão através de um abaixo assinado pelas minhas costas entre os meus alunos. Ainda bem que meus alunos não são tão despreparados assim para cair nas teias desta epidemia que já foi erradicada pela Igreja no concilio de Nicéia há 1700 anos atrás. Comentava ele que eu ensinava heresias como as do tipo da eleição e da trindade. Pergunto eu agora. O que ele queria que aprendêssemos num seminário de porte? As heresias que seu papai ressuscitou da cova ariana? De modo nenhum, não só as rejeitamos com base na ortodoxia eclesiástica mas, também desde hoje, denunciamos e passamos a combater. Clamo aos pastores da Igreja da Batista da Capunga que não tolerem erros teológicos desta natureza em suas comunidades. Por mais influentes e caristmáticos que sejam esses falsos mestres, não vale a pena colocar em risco a saúde espiritual de seu rebanho. Principalmente com uma doutrina como essa; essencial para o cristianismo. Doutrina esta que fere a natureza hipostática do próprio Senhor da Igreja. Quero concluir afirmando com base no credo de Atanásio, que o próprio Lutero julgou ser infalível; que “Aquele que não crê nela (doutrina da Trindade) não poderá ser salvo”! Minha oração é que estes falsos mestres se convertam e que não morram afirmando como Miguel de Cervetos afirmou atado à uma fogueira: “Jesus, filho do Eterno Deus,( ao invés de Jesus, Eterno Filho de Deus) tenha misericórdia de mim”.
por Felipe Assis
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
A última em Reality Show
Muitos pedagogos, psicólogos infantis, e comentaristas televisivos (que viram previamente o programa), estão espantados com a reação das crianças dentro do Reality. A final de contas, dizem eles, de onde vem tamanha maldade, falsidade, ódio, e mentiras? Alguns acham que o prêmio fomenta a cobiça nos pais, que descarregam sobre os filhos a necessidade de ganhar a todo custo. Outros acham que, muitas situações são provocadas pelo “Script” (enredo escrito) da emissora na condução do programa. O fato é que, quem esperava que esse Reality de Crianças fosse um paraíso na Terra, o modelo de uma sociedade perfeita, ou um Reality de “Anjinhos”, acabará vendo coisas escabrosas - do “mundo dos adultos”.
Se nós passarmos a olhar essa situação com as lentes da Palavra de Deus, passaremos a ver a ‘Realidade’ dentro do Reality Show. A Bíblia diz: “Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras” (Salmo 58.3). Ao nascer, a semente de todo tipo de pecado já está plantada em nossos corações. A Bíblia diz que nós pecamos porque nossa natureza é corrompida. Paulo afirma isso em Romanos 5.12-21, ao tratar da unidade da raça humana em Adão. O pecado entrou no mundo por meio de Adão e, como conseqüência, a morte passou a todos os homens, por isso, todos pecaram e pecam. Porém, por causa da obra de Cristo na cruz, vale salientar que: “...assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens, para condenação, assim também, por um só acto de justiça, veio a graça sobre todos os homens, para justificação de vida. Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim, pela obediência de um, muitos serão feitos justos”. (Romanos 5.18,19). Esse é o verdadeiro Reality Show da vida.
Pr. Waldemir Lopes
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Renascer na Cadeia?
Infelizmente aconteceu o que eles mais temiam. Na última sexta feira, em Miami, o juiz Frederico Moreno condenou Estevam e Sonia Hernandes, donos da Igreja Renascer em Cristo á 140 dias de cadeia, mais 5 meses de prisão domiciliar, mais dois anos de condicional cada. Além disso, devem pagar US $ 60 mil de multa.
Hoje, o Estevam já deve estar se dirigindo a um presídio de segurança máxima na Florida onde trocará suas roupas de grife por um macacão laranja e compartilhará a cela com outro detento que não é sua espôsa. A partir de hoje, a Sonia fica presa em casa controlada por um chip ligado ao seu pé para poder tomar conta dos filhos que ainda vivem com o casal. Depois que o Estevam cumprir sua pena, chegará então a vez da Sonia de ir ao presídio.
O fato que mais chamou a atenção daqueles que estavam presentes no momento em que a sentença foi proferida foi o fato dos dois pastores (um termo diminutivo para eles) chorarem pedindo inúmeras vezes misericórdia ao juiz depois de terem confessado aos crimes de contrabando de dinheiro e conspiração para contrabando de dinheiro. Inclusive, disse que no final da sentença a Sonia perguntou soluçando: “Quer dizer que eu vou para a cadeia?” então o juiz Moreno respondeu: “Sim, você vai para a cadeia”?
Fico refletindo o que talvez deva ter passado pela cabeça deles momentos antes de entrarem na corte. Temos notícias que seus seguidores mais próximos já planejavam uma festa onde o seu Gideão receberia a vitória do Senhor depois de botar para correr seus inimigos. Vitória essa que prometeu aos fiéis ingênuos, todavia sinceros, o tempo todo desde que foram pegos mentindo e roubando. Acho que tanto eles quanto seus seguidores, por serem brasileiros, pensaram que no final tudo acabaria em pizza. Mas como estavam num país que felizmente, a justiça é cega, terminaram o tribunal como réus convictos.
Até agora estou pensando como o Evangelho se aplica a uma situação como esta.
O Evangelho fortalece os humildes e humilha os orgulhosos. Talvez é chegada a hora dos que jamais admitiram seus erros, fraquezas e pecados diante dos seus fiéis por serem espécies raras de semi-deuses entre nós que só vencem, sucedem e prosperam de serem expostos por meros seres humanos, pecadores e depravados. A máscara em fim caiu! Porém não de uma forma ruim. A ironia é que às vezes Deus usa outras formas de confissão quando escolhemos por vontade própria não admitir esta verdade básica do Evangelho. Não admitiram e omitiram de seus fiéis, mas, tiveram que admitir perante a justiça americana. Creio que esta pode ser uma excelente oportunidade para Estevam, Sonia e seus seguidores de enfrentarem seus demônios e se voltarem para o Evangelho genuíno que não promete promessas superficiais à respeito de Deus e da vida mas, oferecem bênçãos profundas. Bênçãos ligadas não ao acumulo de bens materiais e títulos ligados ao nosso nome mas, à simplicidade de não se ter e não ser. Benção de ter um Deus que nos encontra não na nossa “fidelidade”, mas na nossa infidelidade, na pecaminosidade do nosso cárcere não apenas físico mas, espiritual e nos oferece amor, reconciliação e renovação ministerial. Por fim, é uma oportunidade de lançarem no lixo o evangelho falsificado que por tanto tempo pregaram para que numa outra ocasião diante do justo Juiz, não tenham que chorar e implorar absolvição por terem feito milagres em seu nome, expulsado demônios, curado enfermos e pregado o “evangelho”.
por Felipe Assis
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
O Evangelho segundo Mia Farrow
A atriz americana Mia Farrow, que ficou conhecida por interpretar Rosemary, a mãe do bebê demoníaco no clássico “o Bebê de Rosemary”, enviou uma carta ao presidente do Sudão, Omar Hassan al-Bashir-Bashir, pedindo a liberdade de um líder de um grupo armado da região. Suleiman Jamous foi um ex-líder armado do Exército pela Libertação do Sudão (ELS), e é, atualmente, o coordenador humanitário deste grupo. O ex-assassino e rebelde, que se encontra sob custódia em um hospital daquele país, se não for tratado, morrerá. De uma forma bastante “evangélica”, ela oferece a sua liberdade na troca do prisioneiro, Jamous.Na carta, Mia Farrow, que é Embaixatriz da UNICEF, enfatizou que: "...antes da sua captura, Jamous já estava exercendo um papel crucial na aproximação do ELS à tabela das negociações, e na busca de uma reconciliação entre as facções rivais". O texto da carta adiciona: "eu estou propondo uma troca. Jamous por mim. Eu ficarei presa no seu lugar, assim poderá fazer o exame e se tratar da doença...”.
Ora, a atitude de Mia Farrow propondo uma troca de lugar com o prisioneiro moribundo, é, na realidade, um pequeno rascunho de uma grande troca feita no Calvário há 2.000 anos. A grande diferença da atitude de Farrow para a do Senhor é que “Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado” (Romanos 5.8).
O pecado é uma violação dos mandamentos e do caráter justo e santo de Deus. Cabendo, por causa da própria justiça e integridade divina, um justo castigo por tamanha violação. Na cruz, Jesus se pôs no nosso lugar legal, recebendo o nosso castigo, para que nós pudéssemos obter a vida que é de Deus (a vida eterna). Assim, a cruz é uma “grande troca”, onde Cristo ocupou o nosso lugar moribundo. Ao pecar, o homem troca de lugar com Deus para se tornar “senhor” da sua própria decisão. Porém, na redenção expiatória, Jesus, toma o lugar “punitório” da desobediência do homem. Ou seja, o homem pecou, fazendo-se “Deus”; e o Pai, aniquilou o efeito nocivo do pecado fazendo-se homem.
Jesus foi excluído, humilhado, pisoteado pelos homens, condenado sem merecer, feito prisioneiro, rejeitado, e recebe a ira e o julgamento de Deus (no nosso lugar). Tudo isso, para que pudéssemos ser aceitos e livres. O evangelho é: Deus satisfaz a sua justiça substituindo... Ele escolheu ser “preso” durante três dias no ventre da Terra, para que pudéssemos ir Àquele que nos curaria.
Waldemir Lopes, pastor
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Meet the iPhone
Finalmente matei minha curiosidade. Coloquei minhas mãos no novo IPHONE. Não é grande demais nem complicado demais, apesar de ser o “boom” do momento no mundo da tecnologia. Na verdade, é bem simples e bem atraente. Tem apenas um botão e uma tela “multi touch”. Inédito. A mídia vem dizendo que é uma verdadeira revolução. A próxima geração de aparelhos de celular onde comunicação em audio será apenas um detalhe.
O que é intrigante é o slogan da APPLE - empresa que produz o IPHONE: “Vivemos para enriquecer vidas”. Para eles, seus produtos são a solução de todos os problemas do homem moderno. Daí, cada vez que uma nova máquina de plástico é lançada, ouve-se deles, através de suas belas campanhas de marketing a seguinte frase: “Meet the ....” que significa conheça ou apresentamos o... (nome do produto).
Será que máquinas que facilitam nossas vidas nos enriquecem ou nos empobrecem? Tenho certeza que, financeiramente somos empobrecidos, já que o custo para se obter qualquer um desses aparelhos é altíssimo. Conheço inclusive alguns que jogam todo seu salário mínimo em cima de um celular com uma câmera. Mas, e existencialmente?
Se respondermos afirmativo, refletiremos a realidade virtual do filme MATRIX, onde vemos uma humanidade controlada por máquinas. Nesse caso precisamos tomar a pílula vermelha que nos leve a uma outra dimensão para então redefinirmos o que é liberdade, ou, o que é escravidão, ou ainda, o que é riqueza e o que é pobreza.
por Felipe Assis